20 outubro 2016

Sucot (A Festa das Cabanas)

No calendário judaico, 17 de Tishrei de 5777.

3º dia da festa judaica de Sucot (cabanas). Celebrada durante sete dias, Sucot é, sobretudo, uma festa de gratidão ao Eterno por Sua proteção a Seu povo durante os 40 anos em que peregrinaram pelo deserto do Negev, habitando em tendas, sem morada fixa. Nestes sete dias, os judeus passam a maior parte do tempo na "suká", uma cabana simples, sem acabamento e coberta com vegetação, como lembrança daquela época e de que a vida terrena é transitória, sendo D'us nosso Refúgio por excelência.

 PARASHAH: Vezot HaBrachah (E Esta é a Bênção) - 4ª ALYAH (TRECHO):
 Devarim (Deuteronômio) 33:18-21.

Destaco aqui a tribo de Issacar, que recebeu a menor bênção (versículo 18). Entenda: eu disse "menor" (ou seja, mais curta), não "menos importante". Porque a bênção que Issacar recebeu é a maior e mais maravilhosa de todas, como explica uma midrash (ilustração judaica): "Moshê (Moisés) a expressou simplesmente assim: 'Issacar se rejubile em suas tendas'. Na verdade, estas palavras abrangem todas as bênçãos possíveis. Moshê estava dizendo a esta tribo: 'Rejubilem-se quando estudarem a Torá, pois não há felicidade maior neste mundo que o estudo de Torá, como está escrito: ‘Os estatutos de D’us são retos, fazem o coração se alegrar’ (Salmo 19:9)". Desta forma, podemos também desfrutar desta bênção, já que estudamos a Biblia todos os dias. Devemos deixar-nos alegrar com esse glorioso afã, e jamais encarar o estudo da Lei Divina como algo enfadonho. Pois é dela que absorvemos vida para nossa vida! Baruch HaShem!!!

Talmidim Claudio Melo

“Tome Yehoshua (Josué), filho de Nun"

Que Hashem, o D-us do sopro de vida de toda criatura  ponha um homem sobre a congregação  (Números 27:16-17). O Koznitzer Rebe comentou que Moisés pediu a D-us para nomear um líder “para toda a criatura (carne)”, lechol basar  Com o rearranjo das letras da palavra ‘Basar’ (בָּשָׂר), ele formou a palavra ‘Shavar’ , que significa “quebrar em pedaços”, e concluiu que um verdadeiro líder deve ter um coração quebrantado e partido , isto é; aquele que pode simpatizar e ter misericórdia de seu povo. Ele não deveria ser orgulhoso ou aristocrático. Tome Yehoshua (Josué), filho de Nun – (“filho do peixe”), um homem em quem há o ‘Espírito’ (רוּח), e põe a tua mão sobre ele” (Números 27:16-18).

No Talmud os Sábios observam que a palavra aramaica “Nun” (נוּן) significa “peixe”, um símbolo de atividade e de vida. Josué – Yehoshua (יְהוֹשֻׁעַ), o escolhido que sucedeu Moisés e levou o povo para a Terra Prometida, foi o “Filho da Vida” (בִּן נוּן) – uma imagem clara do Messias ben HaMevorach.
Assim como pedimos a D-us pelo ‘pão de cada dia’ – ‘Lechem Chukeinu’ , ou seja, provisão, prosperidade e assim por diante…, por isso pedimos pela nossa libertação diária: “Não nos leve para um teste difícil, e livrai-nos do maligno” (uma oração que realmente deveria ser recitada a cada manha – Mt 6:13).Note que o termo traduzido como “mal” em muitas traduções (“livrai-nos do mal”) é um substantivo em vez de um adjetivo: τοῦ πονηροῦ, ou seja; ‘do maligno’… do perverso que anda pelas ruas da vida…

Nosso ‘pão de cada dia’ – ‘Lechem Chukeinu’ e nossa libertação diária – estão conectados com a nossa decisão de ‘escolher a vida’ – e escolher sempre a vida – mesmo nos momentos difíceis, angustiantes, de luto… e mesmo quando poderíamos estar desejando não viver mais…

Escolher a vida significa recusar-se escapar da realidade ao fugir da importância de nossas escolhas; isso significa encontrar a vontade de considerar a vida como digna e preciosa; isso implica deixar o luto no seu prazo, parar de lamentar os erros do passado e assim por diante… e que vamos “comer o pão nosso de confiança” que ‘Hashem’ (D-us) está cuidando de nós, mesmo nas horas mais obscuras das nossas vidas… Escolher a vida (Bacharta be’chayim) significa recusar-se a ‘comer o fruto da morte’ e buscar a Árvore da Vida (עץ חיים). Vivendo um dia de cada vez; nós realmente apenas temos hoje…

Verdadeiramente em D-us (HaVaYah), o Ein Sof (Eterno) nós “vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”.

A palavra hebraica para “vida” é Chayim (חַיִּים), além de ser um substantivo plural, contém duas letras ‘Yud’s’ consecutivas (יי) aludindo que temos varias ‘vidas’ em nós.

E as duas letras consecutivas ‘Yud’s’ (יי) aludem à imagem de duas “mãos unidas” (a letra hebraica Yud significa “mão” Yad – [יָד]), ou a união do nosso hálito com o Hálito de D-us (רוח הקודש).

A palavra em si revela que não há vida (חַיִּים) além da união com D-us, e que para D-us não há mortos, pois todos estão vivos diante Dele.

Talmidim Claudio Melo

19 outubro 2016

TIRA AS SANDÁLIAS DOS TEUS PÉS

Este estudo vem com a conotação de mostrar, dentro das Escrituras Sagradas, a necessidade de uma adoração o Eterno de Israel em locais específicos com os pés despidos. Para a cultura judaica, os pés simbolizam separação. Mas, além disto, instrumento de marcar posses, de conquistas.

O povo hebreu, quando próximo da entrada em Canaã recebeu uma ordem bem interessante: Devarim (Dt 11:24)- “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé será vosso; o vosso termo se estenderá do deserto ao Líbano, e do rio, o rio Eufrates, até o mar ocidental” .

A tradição judaica conta-nos que ao entrar em Canaã, o povo de Israel desatou suas sandálias e partiu tomando posse da terra prometida. Era necessário o contato com essa terra. Por quê? Por demonstrar intimidade uma vez que o homem veio do pó da terra tem as mesmas substâncias que ela. Entendemos que os hebreus reconheceram a terra e a terra os hebreus. Isto foi um ato profético!

MOSHEH, AS SANDÁLIAS, O SINAI E ELOHIM
Shemôt (Êxodo) 3:4,5 “E vendo o Eterno que ele se virara para ver, chamou-o do meio da sarça, e disse: Mosheh, Mosheh! Respondeu ele: Eis-me aqui (Hinêni). Prosseguiu Elohim: Não te chegues para cá; tira os sapatos dos pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa” Tem coisas que aprendemos num momento e levamos conosco para o resto da vida! Mosheh aprendeu naquele dia que jamais devia se achegar em algum lugar consagrado à Elohim de calçados nos pés. É possível que no momento nem tenha compreendido muito o motivo. Mas obedeceu! empre entendi esta passagem como uma passagem isolada das escrituras, até perceber que também aconteceu em outro lugar, com outra pessoa: 3 Yehoshua (Josué) 5:13 “Ora, estando Yehoshua (Josué) perto de Yericó (Jericó), levantou os olhos, e olhou; e eis que estava em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. Então respondeu o príncipe do exército do Ha’Shem a Yehoshua (Josué): Tira os sapatos dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E Yehoshua assim fez” Através desta passagem entendi que, o que torna algum lugar santo (separado) é a presença do Elohim Separado (Kadosh). O Shinai (Sinai), era santo pela presença do Santo que ali estava. Assim também o local próximo de Yericó (Jericó) onde se encontrava Yehoshua (Josué) era Kadosh (Santo) pela presença do Santo, do Separado Elohim que ali estava. Ou seja, a presença de Elohim é que santifica o lugar e não o lugar a si mesmo. Pare e pense! O lugar onde consagramos para falar e ouvir à Elohim, onde edificamos um altar ao Santo de Israel, onde confessamos que o Eterno esta em nosso meio não é santificado pela presença Dele?

O que acontece muitas vezes é que pessoas sobem nos locais que afirmam conter a presença do Separado de Israel com sapatos, carteiras e cintos, muitas vezes feitos até mesmo de peles de animais impuros (Não Kásheh).Se é verdade que o Eterno não muda, então temos que prestar mais atenção nas Sagradas Escrituras e somente por meio desta aprimorar nossa adoração.

A VISÃO DE YOHANAM (JOÃO) EM APOCALIPSE
GuilianaAP 1:13-15,17 “E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último”. A ordem ótica da visão de Yohanam é importantíssima!

a)- Primeiro contemplou Yeshua à meia altura, visualizando o cinto de ouro na altura do peito;
b)- Segundo, direcionou seus olhos para cima, visualizando Sua cabeça. Nela, algo lhe chamou a atenção; Seu cabelo era branco como a lã;
c)- Tentando observar sua face, teve seus olhos ofuscados pela claridade do fogo que saía dos olhos de Yeshua;
d)- Agora sim, Yohanam, baixa seu olhar direcionando para os pés de Yeshua e, somente dá tempo de perceber que era como o latão reluzente que fora refinado numa fornalha! Para você entender mais ou menos o que aconteceu com o profeta, darei um exemplo: Tente olhar para o sol ao meio dia, você apenas conseguirá fixar os olhos em uma fração de centésimos de segundo e será imediatamente obrigado a tirar o olhar da claridade ofuscante do sol. Faça isto e entenderá o que se passou com o
profeta em sua visão!

Uma pergunta: Por que Yohanam não suportou olhar para os pés de Yeshua? Porque ao olhar para os pés de Yeshua, Yohanam olhou para sua SANTIDADE!

OUTRA VISÃO DE YOHANAM EM PÁTIMOS:
AP 1:10:1,2,3- “E vi outro anjo forte que descia do céu, vestido de uma nuvem; por cima da sua cabeça estava o arco da aliança; o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo, e tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra, e clamou com grande voz, assim como ruge o leão; e quando clamou, os sete trovões fizeram soar as suas vozes”. O formato dos pés deste ser era diferente dos nossos pés. Este ser, segundo Yohanam, tinha os pés “como colunas de fogo”. E o que fez este ser? O mesmo que os hebreus ao entrar em Canaã; tomou posse! “Pôs o seu pé direito sobre o mar (tomando domínio), e o esquerdo sobre a terra (dominando), e clamou com grande voz, assim como ruge o leão; e quando clamou, os sete trovões fizeram soar as suas vozes”. Assim como o fogo é purificador, seus pés também eram como que colunas de fogo. Esta simbologia traz uma ilustração importantíssima; o ser não poderia contaminar-se com esta terra, por isso seus pés eram
como que colunas de fogo!

ELOHIM PISA NA PUREZA DO CÉU:
Êxodo 24:9,10- “Então subiram Mosheh (Moisés) e Aaron, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel, e viram (como visão) o Elohim de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma calçada de pedra de safira, que parecia com o próprio céu na sua pureza”. O que apareceu debaixo dos pés de Elohim? Uma calçada parecida como uma calçada de pedra de safira! E o que esta calçada representava? O céu na sua pureza!

MANDAMENTO PARA OS SACERDOTES:
Shemot (Êxodo) 30:19,20 - “Quando entrarem na tenda da revelação lavar-se-ão com água, para que não morram, ou quando se chegarem ao altar para ministrar, para fazer oferta queimada ao Eterno, lavarão, pois, as mãos e os pés, para que não morram; e isto lhes será por estatuto perpétuo a ele e à sua descendência pelas suas gerações”. Juntos com nossas sandálias vêm às impurezas, toda a sujeira que se obtém pelo caminho em que se percorre. Ao caminhar, passamos por vários objetos impuros, pisamos em sangue, cuspe, animais ou insetos mortos, etc. Por isso os sacerdotes, sob pena de morte, jamais deveriam se achegar ao Eterno para ministrar-lhes com as mãos ou os pés sujos.

Sempre estive fascinado pela simbologia da roupa do Kóhem Gadol (Sumo Sacerdote). Não é por menos, pois muitos são os atavios e infinita sua representação Messiânica. É claro que qualquer um ao ver uma imagem como esta, fica curioso por tentar compreender porque o Eterno (que foi o estilista desta confecção) assim o determinou. No entanto, um belo dia, Elohim, abriu meus olhos para ver não o que estava no sumo sacerdote, mas sim, para o que não estava nele. Tomei um susto e exclamei: Cadê sua sandália! Pensei imediatamente, por que Elohim o cobriu com muitos quilos de roupas recheadas de ouro, pedras preciosas, pérolas e decidiu que este devia, enquanto ministrava, andar descalço? Este é um forte exemplo da Torah (Lei) que o Eterno assim o quer. Mas a passagem de Mosheh é extra-Torah, ou seja, anterior ao tempo em que foi designada aos hebreus. Portanto temos um grande exemplo na Torah que o Eterno preferiu uma adoração por parte dos sacerdotes de pés descalços. E temos dois grandes testemunhos anteriores ao tempo da Torah entregue no Shinai que o Eterno sempre quis assim.

Conclusão: Não importa se a adoração é no monte Shinai, próximo de Yericó (Jericó), em T’sion (Sião) no Templo ou em sua congregação. Se Elohim desceu para receber tem que ser do jeito que ele determinou e inteligente é quem obedece! 

Muitos erram, por não buscar aprender com o próprio Eterno como Ele quer ser adorado. Um exemplo disto, é que se você intentar construir um local de adoração ao Elohim de
Israel, certamente terás duas fortes influencias:

1ª- Influência: Você poderá ser impulsionado pela cultura corriqueira e fazer este local em formato piramidal, como é de se observar em quase todas as igrejas que conhecemos. Mas por que os líderes das igrejas fazem este tipo de arquitetura sendo que esta não se encontra nas Escrituras. Pelo contrário, advêm de templos solares constituídos para uma adoração ao Sol? É claro que a grande maioria nem sabe disto,
apenas seguem a multidão.

2º- Influência: No entanto, você poderá ser dirigido pelas Escrituras e edificar o lugar no formato quadrangular, sem pontas piramidais. Como a Tenda da Revelação (projeto de Elohim no deserto) - Assim como o Templo construído pelo rei Shilomon (Salomão) como ordenou o Ha’Shem. Você também poderá observar o projeto para o terceiro templo no livro de Ezequiel e, por fim, a Cidade Santa, a Nova Yerushualaim (Jerusalém) Celestial que também tem o mesmo formato.

O que estou tentando dizer é que; quanto mais você se aproximar das Escrituras, para fazer as coisas relacionadas ao Altíssimo, estará mais próximo de uma adoração específica apontada pelo próprio Elohim!

TIRA O BONÉ PORQUE O LUGAR ONDE ESTA TUA CABEÇA É SANTO
Por que os antigos tiram seus chapéus ou seus bonés no momento de suas orações? Certamente quaisquer uns destes anciãos responderiam: Por reverência, respeito! Porém se lhes fizermos outra pergunta: Onde aprenderam que têm que ser assim? Certamente não dirão que foi na bíblia, uma vez que este ensinamento não é da mesma. Simplesmente o fazem por força cultural.

SEGUIR A CULTURA É MAIS FÁCIL DO QUE SEGUIR AS ESCRITURAS!
Pela cultura, se o Eterno está ali, todos tiram os bonés, mas pelas Escrituras às sandálias. Pela cultura, és compreendido por todos, pelas Escrituras...

Talmidim,
Claudio Melo Ben avrarã

05 novembro 2015

A MULHER QUE TU ME DESTES


E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a Tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me. E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore que te ordenei que não comesses? Então disse Adão: A mulher que Tu me destes por companheira, ela me deu da árvore, e comi (Gênesis 3.9-12).

Á noite Saímos para visitar um casal de discípulos, visita esta que nos trouxe uma grande vitoria espiritual. Este casal sempre foi um exemplo, uma referência para os outros. Casal unido, amoroso, alegre, mas que de uns tempos vem mudando de comportamento. A pastora e eu sentimos a necessidade de ir visita-los, de confrontá-los com carinho, e descobrir o realmente o, ou os motivos da mudança.

Foi uma das melhores visitas que fizemos esse ano. Saímos de lá maravilhados, felizes com o que o Eterno fez naquelas vidas. Como vocês podem imaginar, nossa visita terminou com uma deliciosa oração sacerdotal. Abençoamos aquele tão amado casal em meio ao choro de ambos, e promessas de mudanças e volta ao primeiro amor (Ap 2.5).

Voltamos para casa, e no percurso de volta, confesso que nada falamos a respeito do que aconteceu naquele lar. Conversamos sobre outros assuntos, sem sentirmos a necessidade de falarmos sobre o casal, pois estávamos com aquela gostosa sensação do dever comprido. Como é gostoso ser canal de bênçãos na vida de nossos discípulos. Como é extraordinário sermos usados pelo Eterno para abençoar e transformar vidas. Como é gostoso o pastorear!

Dormimos juntos, abraçados, agarradinhos. Uma chuva gostosa, um friozinho sugestivo, e muito, mais muito amor mútuo. Glória D’us! Peguei no sono tão rápido que não percebi... rsrsrsrsrs... Lá por tantas da madrugada acordei, como de costume. Tomei água, fui ao banheiro e, na volta parei para conversar com o meu D’us. Falei sobre alguns assuntos com Ele, agradeci muito por todas as dádivas e bênçãos. Mas, quando fui abençoar minha família, não pude conter a emoção ao olhar para aquela linda mulher dormindo na minha cama. Como ela dormia bem e bonito. Voltei a orar, a conversar com meu Amigo Fiel. – Obrigado Amigo!

Lembrei-me das conquista que tive durante esses 15 anos de pastoreio. Lembrei-me das vitorias alcançadas seja no mundo espiritual, seja no mundo físico. Enquanto orava lembrei o que Adão disse ao Eterno. Lembrei a desculpa que o primeiro homem deu para o seu pecado. Foi “A Mulher que Tu me Destes”. Dei um sorriso, levantei-me, (pois, estava ajoelhado no pé da cama) dei um beijinho carinhoso no rosto da “Mulher que D’us me deu”, e voltei a agradecer dizendo ao Eterno. – “Foi a Mulher que Tu me Destes”.

Adão atribuiu a Eva, a mulher que D’us deu a ele, a culpa pelo pecado. Mas, hoje eu quero atribuir á Pa. Vandete Silva, a “mulher que D’us me deu” a culpa pelas minhas vitorias e conquistas. O Salmo 128 diz assim:

Como é feliz o homem que teme ao Senhor, e anda em Seus Caminhos! Ele comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero.
Sua mulher será como a videira frutífera em sua casa; seus filhos serão como brotos da oliveira ao redor de sua mesa.
Assim será abençoado o homem que teme ao Senhor!
Que o Senhor o abençoe desde Sião, para que veja a prosperidade de Jerusalém todos os dias de sua vida, e veja os filhos dos teus filhos. Haja paz em Israel;

Tenha um dia de bênçãos!

Att.

Pr. Manoel Carlos Silva Jr.